segunda-feira, 21 de maio de 2012

Festividades religiosas

Festividades religiosas são manifestações culturais presentes nas diversas religiões do mundo. São comemorações de acontecimentos, personalidades, fatos ou mistérios que, ao manifestarem publicamente as convicções religiosas de um grupo social, fortalecem a pertença de cada pessoa ao grupo de símiles que comungam das mesmas convicções religiosas.
As festividades listadas neste artigo e na categoria que as agrupa são, em geral, de caráter público.
Diversas festas acompanham o calendário lunar para determinar a época de festejo.


Islamismo
Eid ul-Fitr (árabe: عيد الفطر) é uma celebração muçulmana que marca o fim do jejum do Ramadã. Eid ul-Fitr significa literalmente "Celebração do fim do jejum". Celebra-se no primeiro dia do mês de Shawwal, o décimo mês do calendário islâmico. Em algumas sociedades muçulmanas esta celebração é também conhecida como a "Doce Celebração" ou a "Pequena Celebração". O primeiro Eid ul-Fitr foi celebrado em 624 pelo profeta Muhammad (Maomé) e os seus familiares e amigos em regozijo pela vitória na Batalha de Badr. (1433=2012)


Forma de celebração: Durante o mês do Ramadã os muçulmanos devem abster-se de fumar, comer, beber, ter relações sexuais desde antes do nascer do dia até ao anoitecer. O festival do Eid ul-Fitr celebra o fim deste jejum, bem como a força que os muçulmanos acreditam ter recebido de Allah para poderem executá-lo. À semelhança de outras celebrações muçulmanas inicia-se como o registo visual da lua nova.
Este festival é assinalado com uma oração comunal a meio da manhã, geralmente realizada em praças ou recintos de feiras, uma vez que as mesquitas não possuem espaço para tantas pessoas.
Antes da oração se iniciar a congregação recita o Takbir, uma prece que glorifica a grandeza de Deus. Depois da oração segue-se um sermão (khutba) e uma oração especial que pede perdão e ajuda a todos os muçulmanos do mundo.






É tradição a realização de um grande almoço (o primeiro almoço que os muçulmanos tomam após o jejum diurno de um mês), geralmente na casa de um parente mais velho. As crianças recebem prendas, que podem ser novas roupas ou dinheiro.


Budista e Hinduísta


Wesak




É uma festividade dos povos budistas de todo o planeta. Dá-se na lua cheia do mês de Touro. Nesse momento em que a Terra passa pelo signo de Touro é que a humanidade recebe um eflúvio de forças divinas do Buda Cósmico, como uma espécie de incentivo e choque espiritual para nosso Despertar Superior.
Todo ano presenciam-se, em várias partes do mundo, festividades sagradas que visam comungar a consciência humana, pessoal e coletiva, com a seidade divina, com as potências celestiais.








Essa comunhão tem várias finalidades, entre elas, a de restabelecer a reunião do ser humano com a Divindade, o resgate da harmonia do campo energético espiritual da Terra e, finalmente, fazer com que a vibração planetária esteja em consonância com os desígnios das Forças Cósmicas que guiam nossos destinos.




"Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso que disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."


(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra 17:49)



Diwali, a celebração das luzes que comemora a vitória do bem contra o mal: da luz sobre a escuridão.
O Diwali é um grande feriado indiano e um importante festival para o hinduísmo, o sikhismo, o budismo e o jainismo. É o festival das luzes, uma festividade que ocorre todo ano na India para celebrar a morte de Narakasura, que significa e simboliza a destruição das forças do mal. Durante a festividade as pessoas estreiam roupas novas e estouram fogos de artifício. As luzes significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. É comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro do calendário ocidental, dependendo do ano. Atualmente, a festividade é comemorada por todos os hindus, independentemente da fé ou religião.


Judaísmo








Neste feriado, comemoramos a salvação dos judeus cativos na Babilónia, que corriam o risco de serem exterminados por Hamã, sendo salvos pela intervenção da Rainha Esther, que era judia.


O termo "Purim"  festa da alegria, sorteios, pois foi o método para o líder persa escolher o dia do extermínio dos judeus. Feliz Purin 5771, nos meses de fevereiro e março.


Para além de se ler o "Livro de Esther", distriui-se comida e dinheiro aos mais povres, doces às crianças, e festeja-se de maneira alegre, parecido ao carnaval dos países ocidentais. Daí entenderem o Purim como o carnaval dos judeus.
Um doce muito usado são os "Hosné Hamã" ou orelhas de Hamã, muito apreciado pelas crianças e não só.
Em Purim, existem 4 grandes Mitzov para o dia, que são:


1º- Ouvir a leitura pública, na sinagoga, do Livro de Ester.


2º- Oferecer comida e doces aos amigos (mishloach manot).


3º- Praticar a caridade (matanot le'evionim).


4º- Comer uma refeição de festa (Seudat Purim).




 CANDOMBLÉ


Cada nação africana tem como base o culto a um único orixá. A junção dos cultos é um fenômeno brasileiro em decorrência da importação de escravos onde, agrupados nas senzalas nomeavam um zelador de santo também conhecido como babalorixá no caso dos homens e iyalorixá no caso das mulheres.




Festa de Oxalá - coincide com a festa do Bonfim, em Salvador, no segundo domingo depois do dia de Reis, 6 de janeiro. Axé nosso Pai Oxalá




Que suas águas purifiquem nossos corações para que possamos trabalhar incentivados pela sua PAZ!
     


UMBANDA


Umbanda é uma religião formada dentro da cultura religiosa brasileira que sincretiza vários elementos, inclusive de outras religiões como o catolicismo, o espiritismo, as religiões afro-brasileiras e a religiosidade indígena. A palavra umbanda deriva de m'banda, que em quimbundo significa "sacerdote" ou "curandeiro" (macumba).[1]
      Simbulo da umbanda2.jpg


"Dia 2 de fevereiro - dia de festa no mar", segundo a música do compositor baiano Dorival Caymi. É o dia em que todos vão deixar os seus presentes nos balaios organizados pelos pescadores do bairro do Rio Vermelho junto com muitas mães de santo de terreiros de Salvador, ao lado da Casa do Peso, dentro da qual há um peji de Yemanjá e uma pequena fonte. Na frente da casa, uma escultura de sereia representando a Mãe d´Água baiana, Yemanjá. Desde cedo formam-se filas para entregar presentes, flores, dinheiro e cartinhas com pedidos, para serem levados à tarde nos balaios que serão jogados em alto mar.


































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